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Fair Play nº 029: One-Hit Wonders – Copa do Mundo

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Amaral Ver Drop Down
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    Enviada 11 Junho 2010 às 7:54pm
One-Hit Wonders - Copa do Mundo


Após falarmos dos Unsung Heroes das Copas do Mundo, aqueles que muito fizeram e pouco são lembrados, vamos falar agora de outro grupo de jogadores. São os One-Hit Wonders, termo criado no mundo da música para designar cantores/bandas de um sucesso só. São jogadores que eram pouco ou nada conhecidos, marcaram seus nomes na Copa do Mundo por suas atuações e depois, sumiram. Vou escrever apenas das Copas que vi, pois é difícil avaliarmos outros tempos. Dá pra saber o sucesso feito, mas é difícil medir se ele era desconhecido e o que veio a fazer de fato após a Copa.

Em vez de classificar cronologicamente, dessa vez vamos fazer uma contagem regressiva dos One-Hit Wonders:


10- Saeed Al Owairan (Arábia Saudita - 1994)

Veio do nada e terminou em lugar nenhum. Conhecido apenas dentro da Arábia Saudita, era o artilheiro do campeonato local, mas um absoluto desconhecido para o resto do mundo. E continuaria um absoluto desconhecido, não fossem os 14 segundos que mudariam tudo. Comecinho do jogo decisivo contra a Bélgica, Al Owairan pega a bola na sua intermediária, dispara em velocidade, passa por 5 belgas e toca na saída do goleiro. Um gol que poderia ter sido marcado por Pelé, Maradona ou qualquer outro gênio, mas foi do ilustre desconhecido Al Owairan. E mais! Com esse gol, a Arábia Saudita classificou-se para as oitavas de final da Copa, um feito inédito! Depois disso, nosso herói praticamente sumiu. Dois anos depois foi flagrado com "modelos" russas em uma viagem ao exterior e foi suspenso por oito meses, além de levar chibatadas em praça pública. Ainda jogaria a Copa de 98, mas foi tão mal que pendurou as chuteiras logo após, aos 32 anos.


Um dos gols mais bonitos da História das Copas


9- Fábio Grosso (Itália - 2006)

Era o grande jogo da Copa. As maiores potências européias se enfrentando numa semifinal, após uma Copa onde superaram todas as expectativas. De um lado a Itália com o tabu de ter ganho nas 4 vezes que ambos se enfrentaram. De outro, a Alemanha embalada por um orgulho patriótico inédito no pós-guerra. Grosso havia chegado ao Mundial após destaque no pequeno Perugia e no mediano Palermo e começou a Copa disputando com Zambrotta e Zaccardo as duas vagas nas laterais. Voltando à semifinal, o jogo havia empatado em 0x0 no tempo normal e seguia assim na prorrogação, com toda pinta que terminaria sem alterações no placar. Apesar disso, era um jogão. Aos 13 minutos do segundo tempo da prorrogação, Del Piero bate o escanteio, o rebote cai nos pés de Pirlo que toca para Grosso acertar um lindo chute em curva pra bater o goleiro Lehmann. Era o herói da classificação italiana. Mas, isso não foi tudo. Dias depois, Grosso ainda marcaria o último pênalti na decisão contra a França, dando o Tetra aos italianos. Era o herói do título! Mas, depois da Copa, a queda. Foi vendido à Internazionale, mas não se firmou em duas temporadas. Depois foi pro Lyon, onde também não teve grande destaque. Na última temporada foi contratado pela Juventus, teve boas atuações e até ficou na lista dos 30 de Marcello Lippi, que cortou seu talismã na última hora, tirando-lhe a chance de apagar o rótulo de One Hit Wonder.


Nem ele acreditou no que fez


8- Yordan Letchkov (Bulgária - 1994)


A Bulgária foi a grande sensação da Copa de 94. Nunca tinha ganhado um jogo numa Copa e achou uma semifinal eliminando a poderosa Alemanha. Todos sabem que o grande craque desse time era Stoichkov, mas tivemos grandes coadjuvantes como Balakov, Kostadinov e - é claro - o carequinha Letchkov. O dublê de Zidane era um jogador de pouco destaque no Hamburgo que nunca chamou muita atenção antes da Copa dos EUA. Jogando na frente, ora no ataque, ora na meia, Letchkov era o grande parceiro do craque do time e responsável pelo bom toque de bola na frente. O maior momento de Letchkov foi a eliminação do bicho-papão alemão, algo totalmente impensável para uma seleção que só havia ficado fora de duas semifinais (1962 e 1978) desde 1954 e era atual campeã. O número nove búlgaro fuzilou de cabeça e mandou a Alemanha pra casa. Depois disso, passou com pouco brilho por Marseille e Besiktas; não disputou a Copa de 1998 por estar suspenso pela FIFA por brigas com o time turco.


O grande momento de Letchkov, eliminando a Alemanha
 

7- Thomas Ravelli (Suécia - 1994)


Muitos lembram do goleiro sueco da Copa de 94 por suas palhaçadas, como no jogo com o Brasil que ficou correndo com cara de bobo acompanhando uma bola pela linha de fundo. Ravelli se destacou por mais que isso, porém. Foi decisivo no gol em jogos como as quartas com a Romênia e quase segurou o Brasil na semifinal. Ravelli já era macaco velho de seleção sueca, ainda hoje o jogador que mais vestiu a camisa do país nórdico. Mesmo assim, nunca teve nenhum destaque, sempre jogou em times locais e pra falar a verdade, teria passado sem destaque pelo futebol, não fosse sua performance na Copa. Depois não fez muito mais coisa, até porque já era um veterano de 35 anos.


Ravelli classifica a Suécia para a semifinal


6- El-Hadji Diouf (Senegal - 2002)

 
Na verdade, dava pra colocar a seleção inteira de Senegal nesse tópico. Foi sua única Copa e uma das melhores performances de um africano numa Copa, junto com Camarões-90. Um time com jogadores pouco conhecidos e muitos deles não brilhariam após a eliminação para a Turquia, como Camara, Fadiga e Boupa Diop. Mas, o grande nome daquela seleção foi El-Hadji Diouf; mesmo sem ter feito nenhum gol, Diouf foi responsável por assistências e o jogador que mais dava trabalho aos adversários. Destaque do pequeno Lens, após a performance na Copa, Diouf foi contratado pelo Liverpool, mas foi uma grande decepção. Repassado ao pequeno Bolton, ainda fez um pequeno sucesso, mas nem Diouf, nem Senegal voltaram a ser o que foram no Japão e na Coréia.


Melhores momentos do Senegal de Diouf em 2002


5- Sérgio Goycochea (Argentina - 1990)


A Argentina começou a Copa com Pumpido, o mesmo goleiro do bicampeonato, tomando conta de sua meta. Porém, no segundo jogo contra a URSS, Pumpido se machucou e o goleiro do Millonarios da Colombia, Sergio Goycochea, entrou pra se consagrar. Nas oitavas de final, contra o Brasil, Goycochea fez duas ou três defesas que seguraram a Seleção Brasileira, classificando a Argentina, junto com Maradona e Caniggia, claro. Porém, os grandes momentos do goleiro ainda estavam por vir. O jogo contra a forte Iugoslávia nas quartas, o zero não saiu do placar e foi pros pênaltis. Quando Troglio perdeu a quarta penalidade, a Argentina ficou por um fio de sair da Copa, mas em seguida Goycochea operou seu primeiro milagre ao pegar o pênalti de Brnovic. Na última rodada de penais, mais uma defesa, na cobrança de Hadzibedic e Argentina nas semis. No grande jogo da Copa contra a Itália - dividida entre o sul Maradonista e o norte - novamente fomos pra cobrança de pênaltis. E novamente a quarta e quinta cobranças do adversário (Donadoni e Serena) terminaram nos braços do argentino. A verdade é que Goycochea não era um grande goleiro, mas era um excepcional pegador de pênaltis. Depois da Copa, perambulou por um monte de time, inclusive o Internacional, mas nunca voltou aos dias de glória na Itália.


O último milagre de Goycochea


4- Kléberson (Brasil - 2002)


Kléberson começou a aparecer pro país no Brasileiro de 2001, ganhou algumas chances com Scolari em amistosos no começo do ano e garantiu passagem pra Ásia. Também foi beneficiado pela contusão de Émerson, com quem disputava posição. Kléberson recebeu sua primeira chance substituindo Ronaldinho no final do jogo com a Bélgica pra segurar um jogo difícil e, em poucos minutos ganhou a posição, inclusive fazendo bela jogada para o gol de Ronaldo que fecharia a fatura. Já no jogo com a Inglaterra tomou a posição de Juninho Paulista, mudando a equipe taticamente. Antes, tínhamos Gilberto Silva plantado como volante, Juninho e Ronaldinho nas meias e Rivaldo e Ronaldo no ataque. A partir daí, o time passou a ter dois volantes, Rivaldo recuando mais pra meia e Ronaldo isolado na frente. Pode não parecer, mas ficou mais ofensivo. E Kléberson cumpriu com louvores o papel de defender e apoiar, inclusive na final onde fez ótima partida, com bola na trave e passe pro segundo gol. Depois, foi vendido pro Manchester United onde nunca se firmou em duas temporadas. Foi para o fraco Besiktas e nem lá mostrou serviço. Hoje briga por uma posição no time do Flamengo. Mesmo assim, teve a confiança de Dunga para a Copa da África do Sul. Alguém acredita que reverterá o quadro e será um Two-Hit Wonder?


O maior jogo de sua carreira, só a final da Copa.


3- Oleg Salenko (Rússia - 1994)


Salenko precisou de um jogo para escrever seu nome na história das Copas: é o único jogador a marcar 5 gols em apenas um jogo de Copa do Mundo, na vitória de 6x1 sobre Camarões. Além desse feito, esses gols, somado a mais um que fizera contra a Suécia, colocaram-no na artilharia da Copa de 94, junto com o búlgaro Stoichkov. Seis jogadores já haviam feito 4 gols num jogo: o polonês Wilimowski, na derrota por 6x5 para o Brasil em 1938; Ademir de Menezes nos 7x1 contra a Suécia em 1950, Kocsis nos 8x3 contra a Alemanha em 1954, Fontaine nos 6x3 também contra a Alemanha em 1958, Eusébio contra a Coreia do Norte em 1966 e Butragueño contra a Dinamarca em 1986. Agora, mais impressionante que o feito do atacante do modesto Logroñés foi o que (não) fez depois da Copa. Contratado pelo Valencia, nunca correspondeu nas duas temporadas por lá. Peregrinou por Rangers, Istanbulspor, Córdoba, até parar no pequeno Pogón Szczecin da Polônia. Após a Copa, Salenko nunca mais vestiu a camisa da Seleção Russa e nunca mais fez sequer dois gols em um mesmo jogo.


Um feito inigualável até hoje: 5 gols num jogo de Copa.


2- Josimar (Brasil - 1986)


Josimar é o OHW com a história mais atribulada antes e depois da Copa. Antes dela, era um obscuro lateral direito do Botafogo que ganhou uma chance na Seleção de Telê após a polêmica desistência de Leandro na hora do embarque pro México. Mesmo assim, Josimar devia ser a 15ª opção na lista de qualquer palpiteiro para cobrir a lacuna deixada e sua convocação foi uma surpresa total. O segundo golpe de sorte dele foi no jogo contra a Argélia, quando o mediano Édson Abobrão se machucou. Após a Copa ainda teve chances nas Copas América de 87 e 89, mais pela fama que pelo futebol. A fama adquirida em 86 ainda serviu para uma breve passagem pelo Sevilla da Espanha. Passou por Flamengo e Internacional, sem que ninguém lembre disso, antes de perambular por clubes pequenos como Jorge Wilsterman, Uberlândia, Fast e Mineros de Guayana. Seus problemas com bebidas e mulheres de vida fácil acabaram com qualquer oportunidade de volta por cima. Mas, ninguém se esquece de Josimar. Numa Copa de lindos gols, conseguiu emplacar dois golaços que entrariam em qualquer lista. Contra a Irlanda do Norte, uma patada, um lindíssimo chute pra vencer a retranca verde e o ótimo veterano Pat Jennings. Contra a Polônia, num estilo completamente diferente, desembestou a driblar pela direita e emendou um chutaço quase sem ângulo. Jogou muito no Jalisco, mas não jogou nada em mais nenhum lugar.


Os 10 maiores gols da Copa de 86, com os dois de Josimar.


1- Salvatore Schillaci (Itália - 1990)


O italiano Totó Schillaci é o número 1 de qualquer lista de OHW que se faça em Copas do Mundo. Pelo menos o primeiro que vem na cabeça de qualquer um. Primeiro, porque Totó não foi um coadjuvante surpresa, foi protagonista, artilheiro, um dos melhores jogadores do Mundial e maior nome da Itália anfitriã de 1990. Depois porque seu feito não se resumiu a poucos jogos ou poucos momentos, mas Schillaci fez uma Copa inteira brilhante, marcando 6 gols e sendo artilheiro do certame. Totó começou no pequeno Messina, onde teve algum destaque, meio que tardio, chegando como aposta na poderosa Juventus, já aos 25 anos, em 1989. Um ano antes da Copa era um desconhecido da Série B, mas Schillaci teve uma primeira temporada bem consistente, marcando 15 gols na estréia na Série A, o que valeu uma convocação de Azeglio Vicini, que não tinha nenhum nome de confiança para o ataque além de Gianluca Vialli, mesmo nunca tendo vestido a camiseta Azzurra. Logo na estréia, Schillaci entra no lugar de Carnevale faltando 15 minutos e não precisa mais que 3 minutos pra marcar o gol da magra vitória por 1x0 contra a Áustria. No segundo jogo, contra o EUA, também substitui Carnevale e, mesmo não marcando, faz boa partida que lhe garante a posição de titular. A partir daí, seria um gol por partida até o final da Copa, numa performance espetacular, principalmente numa Copa de poucos gols. Após a Copa, Totó faria apenas mais 9 partidas com a camisa da Itália, marcando apenas um gol. Em mais 3 temporadas na Juve, marcaria menos que seus 15 gols na temporada de estréia, assim como nos dois anos na Inter. Depois disso, foi ganhar dinheiro na incipiente J-League pelo Jubilo Iwata e sumiu.


As Noites Mágicas de Schillaci em 90.   
 
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Alexandre-PR Ver Drop Down
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  Quote Alexandre-PR Quote  ResponderResposta Direct Link To This Post Enviada 11 Junho 2010 às 8:06pm
Amaral, que coluna bacana de ler. Achei perfeita a contagem regressiva.

ps: e, pra ser sincero, não sabia que o Grosso não iria a esta Copa. Fiquei surpreso, pois uma das imagens mais marcantes da Copa de 2006 é a comemoração do gol dele contra a Alemanha.
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Fabio Augusto Ver Drop Down
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  Quote Fabio Augusto Quote  ResponderResposta Direct Link To This Post Enviada 11 Junho 2010 às 8:19pm
Ótima coluna e boa seleção. Acho que qualquer um dos três primeiros poderia ser o número 1.
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nozaki Ver Drop Down
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  Quote nozaki Quote  ResponderResposta Direct Link To This Post Enviada 11 Junho 2010 às 9:42pm
Mais uma ótima coluna, Amaral, parabéns!!

Valeu Maestro Roberto Dias!!
Valeu Mestre Telê!

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Sérgio Bento Ver Drop Down
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  Quote Sérgio Bento Quote  ResponderResposta Direct Link To This Post Enviada 11 Junho 2010 às 10:06pm
Eu adicionaria o Hagi à lista. De resto, excelente coluna.
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Amaral Ver Drop Down
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  Quote Amaral Quote  ResponderResposta Direct Link To This Post Enviada 11 Junho 2010 às 10:16pm
O Hagi fracassou no Real Madrid e no Barcelona, mas teve seus grandes momentos em clubes menores, pelo menos. Chegou a uma semi da Copa dos Campeões pelo Steaua e ganhou uma Copa da UEFA no Galatasaray. OK, não é muito e poderia estar na lista, como outro astro da Copa de 94, o americano Lalas (sugestão do Gustavo). Mas, só dá pra colocar 10 em campo...Big smile

Postada por Sérgio Bento

Eu adicionaria o Hagi à lista. De resto, excelente coluna.
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Amaral Ver Drop Down
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  Quote Amaral Quote  ResponderResposta Direct Link To This Post Enviada 11 Junho 2010 às 10:18pm
Pois é, o que pesou pro Schillaci levar o título foi ter feito toda uma ótima Copa e ter sido, talvez, o melhor jogador da Azzurra. Os outros dois tiveram apenas momentos brilhantes.

Postada por Fabio Augusto

Ótima coluna e boa seleção. Acho que qualquer um dos três primeiros poderia ser o número 1.
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Sérgio Bento Ver Drop Down
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Thumbs Up

Postada por Amaral

O Hagi fracassou no Real Madrid e no Barcelona, mas teve seus grandes momentos em clubes menores, pelo menos. Chegou a uma semi da Copa dos Campeões pelo Steaua e ganhou uma Copa da UEFA no Galatasaray. OK, não é muito e poderia estar na lista, como outro astro da Copa de 94, o americano Lalas (sugestão do Gustavo). Mas, só dá pra colocar 10 em campo...Big smile

Postada por Sérgio Bento

Eu adicionaria o Hagi à lista. De resto, excelente coluna.
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Gustavo Ver Drop Down
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  Quote Gustavo Quote  ResponderResposta Direct Link To This Post Enviada 11 Junho 2010 às 10:31pm
Hagi também fez uma boa Copa em 1990, embora poucos lembrem.
Gus
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Sérgio Bento Ver Drop Down
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  Quote Sérgio Bento Quote  ResponderResposta Direct Link To This Post Enviada 11 Junho 2010 às 10:31pm
Sorry, eu era muito novo!Cool

Postada por Gustavo

Hagi também fez uma boa Copa em 1990, embora poucos lembrem.
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Alexandre-PR Ver Drop Down
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  Quote Alexandre-PR Quote  ResponderResposta Direct Link To This Post Enviada 13 Junho 2010 às 10:02am
Ganhei de dia dos namorados um livro sobre a história das Copas do Mundo, oficial Fifa. Edição muito caprichada, aliás. E tem um capítulo sobre grandes jogadores das Copas, que, na Copa de 90 é dedicado ao Salvatore..

Postada por Amaral

Pois é, o que pesou pro Schillaci levar o título foi ter feito toda uma ótima Copa e ter sido, talvez, o melhor jogador da Azzurra. Os outros dois tiveram apenas momentos brilhantes.

Postada por Fabio Augusto

Ótima coluna e boa seleção. Acho que qualquer um dos três primeiros poderia ser o número 1.
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Milani Ver Drop Down
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  Quote Milani Quote  ResponderResposta Direct Link To This Post Enviada 13 Junho 2010 às 10:16am

Eu só inverteria as posições de Totó e Josimar. O segundo foi convocado para reserva da Edson Abóbrão, após Leandro pedir dispensa. Era um cara desconhecido até dentro de seu país. E a imprensa de São Paulo desceu a lenha no Telê por não ter levado Zé Teodoro para o lugar.

Um que eu colocaria nessa lista é o Andersson, grandalhão que acabou roubando a cena na mesma suécia de Ravelli, onde os craques da linha eram Dahlin e Brolin. Foi o artilheiro do time, com cinco gols em 1994.

Editado por Milani - 13 Junho 2010 às 10:17am
77.86.91.92.93.05.06.07.08
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Bauer Ver Drop Down
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  Quote Bauer Quote  ResponderResposta Direct Link To This Post Enviada 23 Junho 2010 às 9:54pm
O primeiro que me vem em mente é o Hagi. 
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ZidaneZizou Ver Drop Down
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  Quote ZidaneZizou Quote  ResponderResposta Direct Link To This Post Enviada 28 Junho 2010 às 4:23pm
Talvez por ser um pouco mais novo, o que me vem na cabeça de primeira é o Diouf. O cara fez os jogos da vida dele na Copa de 2002, facilidade absurda pra driblar, velocidade, visão de jogo, jovem, parecia que tinha tudo pra estourar. Sua passagem pelo Liverpool foi constrangedora.
Chuck Norris tem pesadelos com FEDOR EMELIANENKO.
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